tempos médios de espera

Clínica Particular AlgarveShopping

00h00m

Atendimento Permanente

Clínica Particular de Vilamoura

00h00m

Atendimento Permanente

Hospital Particular Alvor

00h25m

Atendimento Permanente

00h00m

Pediatria

Hospital Particular Gambelas

00h19m

Atendimento Permanente

00h17m

Pediatria

Centro Médico Internacional VRSA

00h00m

Atendimento Permanente

Hospital São Camilo Portimão

00h00m

Atendimento Permanente

Qualidade e Certificações

A eficiência e certeza dos resultados do Grupo HPA é atestada por entidades de acreditação de referência mundial, colocando o Algarve como uma das regiões mais competitivas e promissoras como destino de turismo de saúde no mundo, superando mesmo referências internacionais em medicina de países mais desenvolvidos.

O Grupo Hospital Particular do Algarve (HPA) tem implementado um Sistema de Gestão Integrado da Qualidade e Ambiente, nas suas unidades Hospitalares de Faro e Alvor e na Clínica Particular - AlgarveShopping, em Albufeira, de acordo com os referenciais NP EN ISO 9001 e NP EN ISO 14001.

 

A Aposta na Qualidade

Porque a qualidade dos serviços prestados sempre foi uma prioridade, o HPA é certificado desde 2007 pela norma NP EN ISO 9001, emitida pela SGS - Société General Surveillance S.A.

Em 2010 foi renovada a certificação da Unidade de Alvor, e implementada também na Unidade de Faro.

Desde 2012 ambas as Unidades (HPA Alvor e HPA Faro) estão também certificadas pela Norma 14001 - sistema de Gestão Ambiental.

Em 2013 a Clínica Particular do Algarve obteve também certificação destas duas normas.

Esta Certificação é a evidência natural da excelência na prestação de Cuidados de Saúde que o Hospital Particular do Algarve sempre tem prosseguido.

O Hospital Particular do Algarve e todos os seus colaboradores têm o objectivo que esta Certificação represente, fundamentalmente, uma contínua melhoria do desempenho do Hospital Particular do Algarve, a prestação de melhores serviços e a satisfação das necessidades e expectativas de todos os nossos Clientes, Parceiros e Fornecedores.

 

Os Princípios Fundamentais da Nossa Política da Qualidade são:

A satisfação das necessidades e expectativas dos nossos clientes, fornecedores e colaboradores

... pela gestão dos processos, respeitando e valorizando as necessidades do cliente, colegas, fornecedores e requisitos normativos e legais.

... prestando cuidados de saúde ao cliente, no respeito pelos seus legítimos direitos e expectativas, de modo a contribuir para o seu bem-estar e merecer a sua confiança.

... fornecendo ao cliente informações precisas de forma cortês e eficaz, mantendo sempre a confidencialidade por parte de todos os profissionais do Hospital Particular do Algarve.

 

A satisfação e motivação de todos os colaboradores

... promovendo a formação e informação dos profissionais, de modo a estimular a constante motivação, qualificação e actualização, para o exercício correcto e rigoroso das suas competências.

... promovendo a consciencialização para os padrões de qualidade, implementando e garantindo a política e objectivos da qualidade.

... reconhecendo e valorizando a diversidade de contributos e fomentar o trabalho em equipa, contribuindo sempre para a obtenção de maior satisfação e melhores resultados.

... garantindo a disponibilização das condições e meios de trabalho adequados e em constante actualização tecnológica.

 

A melhoria contínua da qualidade dos serviços prestados

... melhorando continuamente a eficácia do Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ), estabelecendo estratégias de desenvolvimento e optimização dos serviços e revendo periodicamente o SGQ em busca de oportunidades de melhoria.

 

Objectivos da Qualidade

A Administração define e divulga a toda a organização os seus objectivos da qualidade anuais, coerentes com a política da qualidade. Estes são estabelecidos para os processos identificados no SGQ.

Os objectivos são regularmente acompanhados pela Direcção da Qualidade, a fim de se desencadearem acções para garantir a sua obtenção.


Certificações

Normas:

Unidades:

Hospital Particular do Algarve​ - Alvor

Hospital Particular do Algarve - Faro

Clínica Particular do Algarve - Guia

 

Âmbito Hospitais ISO 9001 e 14001:

Prestação de Serviços e Cuidados de Saúde Médico-Cirúrgicos nas áreas de: Atendimento Permanente e Serviço de Observação; Bloco Operatório; Consultas Externas de Clínica Geral e Especialidades; Internamento incluindo; Unidade de Cuidados Intensivos; Maternidade; Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais; Medicina Física e de reabilitação; Laboratório de Anatomia Patológica; Imagiologia; Endoscopia; Medicina dentária; Medicina Hiperbárica; Exames de Diagnóstico nas Áreas de Cardiologia e Neurologia; Provas de Função Respiratória e Hospital de Dia. Execução de Serviços de Análises Clínicas.

 

Âmbito Clínica ISO 9001 e 14001:

Prestação de Serviços e Cuidados de Saúde Médico-Cirúrgicos nas áreas de: Atendimento Permanente e Serviço de Observação; Pequena Cirurgia; Cirurgias em Ambulatório; Consultas Externas e Especialidades; Meios Complementares de Diagnóstico e Tratamento; Medicina Estética; Estética; Medicina Complementar; Medicina Dentária. Execução de Serviços de Análises Clínicas.


ERS - SINAS

 

O Sistema Nacional de Avaliação em Saúde (SINAS) é um sistema de monitorização da qualidade global dos hospitais desenvolvido pela Entidade Reguladora da Saúde (ERS), cujos resultados referentes à 2ª avaliação anual de 163 entidades e divulgados no passado dia 29 de dezembro, atribuíram nota de Excelência em todas as áreas sujeitas a avaliação às unidades de Alvor e Gambelas.

As dimensões avaliadas são a Excelência Clínica, a Segurança do Doente, a Adequação e Conforto das Instalações, a Focalização no Utente e a Satisfação do Utente.

Este sistema de avaliação multidimensional é assegurado por dois níveis. O 1º nível confirma o cumprimento de critérios que a ERS considera essenciais para a prestação de cuidados de saúde com qualidade, através da análise de indicadores de estrutura e de cultura organizacional. A validação deste quesito corresponde à atribuição de uma estrela, que permite aos prestadores o acesso ao 2º nível de avaliação. O resultado neste nível resulta de um rating individual com três níveis de qualidade (superior, intermédia e de base).

 

Além da atribuição máxima de estrelas, os Hospitais de Alvor e Gambelas receberam ainda de forma individual a classificação de nível superior nas dimensões Segurança do Doente, Adequação e Conforto das Instalações e Focalização no Utente.

Parabéns a todos os envolvidos, incluindo os nossos utentes que continuamente nos dão provas da sua fidelização e nos desafiam a trilhar diariamente o caminho da excelência. 


Carta dos Direitos e Deveres dos Doentes

Direitos

1. Direito à saúde sem discriminação:

Todos os cidadãos têm direito à saúde, independentemente da sua condição social e económica e orientação sexual, ou das suas convicções políticas, filosóficas e religiosas, as quais devem ser respeitadas, no âmbito da constituição e dos direitos humanos.

Ao doente deve ser proporcionado o apoio espiritual requerido por ele ou por quem legitimamente o represente, de acordo com as suas convicções.

O apoio de familiares e amigos deve ser facilitado e incentivado.

2. Direito a receber cuidados apropriados ao seu estado de saúde: preventivos, curativos, de reabilitação ou terminais.

Os utentes dos serviços de saúde têm direito a cuidados de qualidade requeridos pela sua condição clínica, dentro dos limites impostos pela escassez de recursos humanos, técnicos e financeiros disponíveis.

Os padrões de qualidade são definidos pelas organizações profissionais, à luz da prática médica contemporânea estabelecida.

3. Direito à dignidade e a uma atitude apropriada por parte dos prestadores de cuidados de saúde.

Os doentes têm direito ao respeito pela sua dignidade e a uma disposição positiva por parte dos profissionais da saúde que demonstre cortesia, paciência e empatia; além de deverem ser atendidos por profissionais claramente identificados.

4. Direito à privacidade na prestação de todos os actos clínicos.

A prestação de cuidados de saúde efectua-se no respeito rigoroso do direito do doente à privacidade, o que significa que qualquer acto de diagnóstico ou terapêutico só pode ser efectuado na presença dos profissionais indispensáveis à sua execução, salvo se o doente consentir ou pedir a presença de outros elementos.       

5. Direito ao sigilo e à protecção da vida privada

O doente tem direito ao sigilo em relação a factos da sua vida privada e familiar e quaisquer outros de que o pessoal da saúde tenha conhecimento no exercício das suas funções.

Todas as informações referentes ao estado de saúde do doente – situação clínica, diagnóstico, tratamento e dados de carácter pessoal – são confidenciais e não podem ser revelados sem o expresso consentimento do doente.

6. Direito à livre escolha dos prestadores de cuidados de saúde

Os doentes têm direito à liberdade de escolha do prestador de cuidados de saúde, dentro dos condicionalismos da lei e no quadro do funcionamento normal das estruturas de saúde.             

7. Direito à segunda opinião

O doente tem o direito de obter uma segunda opinião sobre a sua situação de saúde. Este direito, que se traduz na obtenção do parecer de outro médico, permite ao doente complementar a informação sobre o seu estado de saúde, dando-lhe a possibilidade de decidir, de forma mais esclarecida, acerca do tratamento a prosseguir.              

8. Direito à informação sobre o estado de saúde, prognóstico, alternativas de tratamento e custos aproximados.

Estas informações devem ser prestadas devendo ter sempre em conta a personalidade, o grau de instrução e as condições clínicas e psíquicas do doente, para que possa decidir acerca desses elementos.

O doente pode desejar não ser informado do seu estado de saúde, podendo indicar, caso o entenda, quem deve receber a informação em seu lugar.

9. Direito a um relatório que reflicta pormenorizadamente o seu estado de saúde

O doente tem o direito de tomar conhecimento dos dados registados no seu processo, devendo esta informação ser fornecida de forma precisa e esclarecedora.

A omissão de alguns desses dados apenas é justificável se a sua revelação for considerada prejudicial para o doente ou se contiverem informações sobre terceiras pessoas.

10. Direito ao consentimento

Todo o indivíduo tem direito a participar nas decisões que digam respeito à sua saúde; esta informação é um pré-requisito para qualquer procedimento ou tratamento, incluindo a participação na investigação científica.

O consentimento pode ser presumido em situações de emergência. No caso de incapacidade legal, este direito deve ser exercido pelo representante legal do doente ou suprido pelo tribunal.

11. Direito à recusa de cuidados ou tratamentos

Os doentes têm o direito de recusar a prestação de cuidados que lhe são propostos, desde que isso não faça perigar a saúde de terceiros.

12. Direito a receber cuidados continuados

O doente tem o direito de obter dos diversos níveis de prestação de cuidados uma resposta pronta e eficiente, que lhe proporcione o necessário acompanhamento.

Ao doente e sua família são proporcionados os conhecimentos e as informações essenciais aos cuidados que o doente deve continuar a receber no seu domicílio. Quando necessário, e se possível, deverão ser postos à sua disposição cuidados domiciliários ou comunitários.

13. Direito ao respeito pelo tempo do doente

O doente tem o direito à marcação da sua consulta, meio de diagnóstico ou tratamento, dentro de um período de tempo rápido e pré-determinado, tendo em consideração as limitações do sistema. 

A marcação das consultas e procedimentos deve ser feita de modo escalonado, para que no dia do atendimento o doente seja atendido tanto quanto possível à hora marcada, minimizando, assim, a perda do seu tempo e o seu desgaste físico e psicológico.

14. Direito a não sofrer dor ou sofrimento desnecessários

O doente tem o direito a não ser sujeito a dores ou sofrimento desnecessários, em cada fase da sua doença.

15. Direito à segurança e compensação

O doente tem o direito de acesso a serviços de saúde e tratamentos com adequados padrões de segurança, não devendo sofrer danos pelo mau funcionamento dos serviços, nem por erros ou negligência.

Quando sofrer tais danos, tem o direito de receber compensação nos termos da lei, dentro de um curto e razoável período de tempo.

16. Direito a apresentar sugestões, queixas e reclamações

Através dos canais disponibilizados pelas Autoridades Sanitárias, os doentes têm direito a apresentar, individual ou colectivamente, petições, sugestões, reclamações ou queixas sobre a organização e o funcionamento dos serviços de saúde; e de ter as suas queixas atendidas prontamente e de maneira equitativa.

O doente terá sempre de receber, em tempo útil, resposta ou informação acerca do seguimento dado às suas sugestões e queixas.

Deveres

1. Dever de se abster de atitudes, comportamentos e hábitos que ponham em risco a sua própria saúde ou a de terceiros

2. Dever de contribuir para a melhoria, ao seu alcance, das condições de saúde familiar e ambiental

3. Dever de colaborar com os profissionais da saúde, nomeadamente respeitando as recomendações que são feitas e fornecendo todas as informações necessárias para a obtenção de um diagnóstico correcto e um tratamento adequado

4. Dever de respeitar o pessoal de saúde e as regras de funcionamento das instituições, nomeadamente honrando as marcações das consultas e informando, tão cedo quanto possível, se estiver impossibilitado de comparecer.

5. Dever de respeitar os direitos dos outros utentes       

6. Dever de utilizar os serviços de saúde, suas instalações e equipamentos, de forma apropriada e responsável.

7. Dever de colaborar na redução de gastos desnecessários e comparticipar nos custos da saúde, de acordo com as suas possibilidades.

8. Dever de não pedir ou pressionar os profissionais da saúde para que forneçam documentos e informações que não correspondam à realidade dos factos.