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Junho foi o mês escolhido pela Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia para sinalizar a saúde digestiva.

Será a oportunidade para conhecer e cuidar melhor do sistema que possui o conjunto de órgãos mais comprido do corpo humano. Comece por saber o que é o microbioma?

O microbioma intestinal é composto pelos genes de dezenas de milhões de micro-organismos que habitam no nosso intestino, sabendo-se atualmente que pode ajudar a prevenir e regular infeções em todo o organismo, desde problemas respiratórios, doenças metabólicas, inflamatórias, do trato urinário, alergias, ou mesmo doenças do próprio intestino.

À semelhança do genoma humano, representa o património genético dos microrganismos que vivem connosco: um ecossistema de mais de 100 triliões (bactérias na maioria) que habita o nosso sistema digestivo; segundo os cientistas, um valor superior às estrelas observáveis no universo.

A composição do microbioma evolui ao longo da vida, sendo o resultado de diferentes influências externas. Uma dieta diversificada, associada a hábitos de vida saudável, terá um impacto positivo no aparelho digestivo, favorecendo o aumento da presença de bactérias protetoras.

Também o consumo de pré-bióticos e probióticos ajuda a otimizar o microbioma; os pré-bióticos funcionam como o alimento para os micro-organismos, estando presentes em vegetais e frutas (por ex. alho, cebola, espargos, tomate, banana, ameixa, maçã, nozes, amêndoas, grãos e cereais como farelo).

Por seu lado, os probióticos são micro-organismos que oferecem benefícios para a saúde, desde o conforto digestivo, à regulação do sistema imunitário, compensando agressões externas como o stress, a má alimentação ou a toma de antibióticos. Grande parte dos probióticos são originários das bactérias usadas habitualmente para fermentar alimentos, como os que se encontram nos iogurtes e leites fermentados.

 

Gastrenterologia                                                        

26 de Junho de 2020