tempos médios de espera

Hospital Particular Alvor

00h29m

Atendimento Permanente

Hospital Particular Gambelas

Superior a 1H30

Atendimento Permanente

00h21m

Pediatria

Hospital Particular da Madeira

00h36m

Atendimento Permanente

Madeira Medical Center

Superior a 1H30

Atendimento Permanente

Fisioterapia


Através de variadas técnicas, adequadas ao seu problema, o seu Fisioterapeuta vai conseguir dar-lhe a maior funcionalidade e qualidade de vida possível, de acordo com as suas capacidades.

Possuímos uma equipa de Fisioterapeutas experientes e com competências especializadas em diversas áreas de intervenção e/ou técnicas.

O Serviço de Fisioterapia e Reabilitação está disponível na maior parte das unidades HPA e disponibiliza apoio ao Internamento, Ambulatório/Consultas Externas e Domicilio. Os seus ginásios estão devidamente equipados e com as mais modernas tecnologias.

Os Fisioterapeutas exercem uma prática com base na sua avaliação sistemática, planeando e executando com o paciente programas específicos de intervenção, para os quais utilizam, entre outros meios, o exercício físico, a massoterapia, terapias manipulativas, eletroterapia e hidroterapia



Pode contar com o nosso melhor desempenho porque o seu sucesso será também o nosso sucesso! 


ÁREAS DE INTERVENÇÃO


A nossa equipa de Fisioterapeutas possui especialização em distintas áreas de intervenção:
  • Condições Cardiorrespiratória: EAM (enfarte agudo do miocárdio), Asma, Bronquite, Insuficiência Respiratória, DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica, entre outras;
     
  • Condições Geriátricas: Prevenção de quedas e imobilidade;
     
  • Condições Neurológicas: AVC (Acidente Vascular Cerebral), Lesões vertebro-medulares, doenças nervosas degenerativas (Esclerose Múltipla, Esclerose Lateral Amiotrófica, Alzheimer, Parkinson, etc.);

  • Condições Oncológicas: Reabilitação pós mastectomia, lobectomias e pneumectomias, alívio da dor;

  • Condições Ortopédicas / Traumatológicas: fraturas, luxações, subluxações, contusões, condições pré e pós cirúrgicas (prótese anca e joelho, etc.) lombalgias, ciatalgias, roturas musculares, tendinites;

  • Condições Otorrinolaringológicas: Síndrome vertiginoso.

  • Condições Pediátricas: Displasia da anca, torcicolo congénito, paralisia cerebral, bronquiolite, asma, entre outras;

  • Condições Reumatológicas: Artrose, artrite reumatoide, espondilite anquilosante, entre outras;

  • Dermoestética: Linfo edema, problemas cicatriciais, condições pós cirúrgicas;

  • Saúde da Mulher: Incontinência urinária, fisioterapia pré parto e pós parto;

Serviço disponível nas unidades

  • Hospital Particular do Algarve | Alvor

  • Hospital Particular do Algarve | Gambelas

  • Hospital São Gonçalo de Lagos

  • Centro Médico Internacional - VRSA

  • Clínica Particular Medchique

  • Clínica Particular SIIPEMOR

  • Madeira Medical Center

Pedido de informação

Algarve


 

Madeira


Fisioterapeuta Rui Cintra

Praticar exercício em casa, é possível e recomendado 


Lista de verificação da segurança no domicílio para doentes de Parkinson

 

Porque vivemos num tempo de maior isolamento e menor acompanhamento, utilize esta lista de verificação para garantir que a sua casa e o seu doente de Parkinson se encontram seguros:

SALA

  • Os pisos são estáveis, antiderrapantes e destituídos de tapetes.
  • Há boa iluminação em toda a casa, não existem áreas escuras ou sombrias.
  • Os percursos estão desimpedidos permitindo fácil acesso, bem como a utilização de um andarilho ou cadeira de rodas, se necessário.
  • Os cabos elétricos do telefone/computador estão protegidos, não apresentando risco de se tropeçar neles.
  • As cadeiras são estáveis, têm apoios para os braços e a altura do assento é adequada para facilitar a posição para de pé.
  • Existe um sistema de comunicação para permitir que o cuidador ouça a pessoa com Parkinson noutra outra área da casa.

SE NECESSÁRIO:

  • Remova os tapetes.
  • Remova móveis ou equipamentos desnecessários para facilitar a mobilidade e diminuir o risco de tropeçar e cair.
  • Guarde os medicamentos num local seguro.

QUARTO

  • O ambiente é calmo e relaxante.
  • A altura da cama permite que quando sentado na sua beira, os pés toquem no chão.
  • Existe uma luz de presença noturna suficientemente brilhante que ilumina o caminho para a casa-de-banho.
  • Se necessário, existe a disponibilidade de um urinol.
  • Existe um sistema de comunicação para permitir que o cuidador ouça a pessoa com Parkinson durante a noite.

SE NECESSÁRIO:

  • Coloque um tecido escorregadio (cetim, por exemplo) no terço médio da cama para facilitar os rolamentos.
  • Remova o lençol superior; em vez disso, use um edredão leve.
  • Evite lençóis e pijamas de flanela (criam mais atrito à mobilidade).

 

 

CASA-DE-BANHO

  • Existem barras de apoio junto à sanita, banheira/chuveiro. Os toalheiros, torneiras ou saboneteiras nunca devem ser usados como apoios.
  • Existe uma cadeira disponível para se sentar durante algumas atividades como escovar os dentes ou fazer a barba.
  • Existe um sistema de comunicação para permitir que o cuidador ouça um pedido de ajuda em caso de necessidade.

PRESENÇA DE ESCADAS

  • Verifique se a iluminação é adequada.
  • A superfície dos degraus deve ser antiderrapante.
  • Instale corrimãos em pelo menos num dos lados das escadas.
  • Se não conseguir subir/descer as escadas com a bengala/canadiana, mantenha uma no início e outra no topo da escada.
  • Se não conseguir subir/descer os degraus e, se for possível, instale uma rampa.

SE NECESSÁRIO:

  • Mantenha sempre os degraus desimpedidos de objetos.
  • Coloque uma fita colorida no início e no topo das escadas, para sinalizar o início e o fim dos degraus.

COZINHA

  • Cozinhar é uma atividade composta por várias etapas ou sub-tarefas.
  • As pessoas com Parkinson podem ter dificuldade em gerir essas tarefas em segurança e equilíbrio, como por exemplo abrir/fechar a porta do frigorífico ou do forno ou alcançar alimentos ou objetos em prateleiras muito baixas ou altas. Estes conselhos podem minorar essas dificuldades:
  • Instale puxadores largos nos armários, ao invés de puxadores pequenos e redondos; facilitam mais a abertura/fecho das portas dos móveis.
  • Armazene os alimentos/equipamentos/utensílios que são mais usados em gavetas/armários de fácil acessibilidade.
  • Coloque os alimentos/equipamentos/utensílios mais usados para cozinhar (temperos, panelas e frigideiras), perto do fogão, para evitar deslocações ou possíveis queimaduras.
  • De preferência tenha uma torneira de um só manípulo, pois é mais fácil de controlar, ligar e desligar.

SE NECESSÁRIO:

  • Utilize alcançadores de cabo longo para ter acesso às prateleiras.

 

SEGURANÇA GERAL

  • Procure não utilizar ferramentas elétricas. O tremor combinado com as alterações de equilíbrio e coordenação podem afetar a utilização segura de ferramentas elétricas. O tempo de reação mais lento também pode diminuir a segurança do seu manuseio.
  • Evite subir/descer de equipamentos. As reações e os reflexos protetores de equilíbrio estão diminuídos na doença de Parkinson, razão porque deve evitar subir/descer escadas, bancos ou cadeiras.

 


EXERCÍCIO FÍSICO NA PREVENÇÃO DE QUEDAS

 

O processo de envelhecimento mundial traduz-se numa alteração demográfica severa. Estando a faixa etária com idade superior a 65 anos mais suscetível ao declínio do estado de saúde. Aproximadamente um terço deste grupo tem registo de uma queda por ano, com lesões associadas, diminuição da capacidade funcional e aumento da mortalidade, sendo um dos mais graves problemas de saúde pública na atualidade.

A fraqueza muscular, os distúrbios na marcha e as alterações no equilíbrio são fatores promotores de queda e associados ao envelhecimento, no entanto são modificáveis com a prática regular de exercício físico estruturado.


EXERCÍCIO FÍSICO NA GESTÃO DAS DOENÇAS CRÓNICAS

 

A inatividade física e o descondicionamento muscular estão associados ao envelhecimento da população e são considerados fatores de risco para a mortalidade prematura tão importantes como o fumo, a dislipidemia e a hipertensão arterial.

Existe evidência robusta na relação entre inatividade física e presença de fatores de risco cardiovascular como hipertensão arterial, resistência à insulina, diabetes, dislipidemia e obesidade.

A prática regular de atividade física e participação em programas de exercício estruturado, são recomendados para a prevenção e tratamento de doenças cardiovasculares e outras doenças crónicas.


FISIOTERAPIA NA SAÚDE DA MULHER

 

FISIOTERAPIA UROGINECOLÓGICA
As disfunções do períneo têm um impacto negativo na qualidade de vida e bem-estar. A Fisioterapia Uroginecológica, com vista à reabilitação perineal, pode ter um contributo significativo, na prevenção, na educação e na reabilitação destas condições.

CONDIÇÕES

PROTOCOLO REABILITAÇÃO PERINEAL ATIVA E PASSIVA (RPAP)
Este é um protocolo de intervenção individualizado e desafiador, desenvolvido com base na fisiologia do exercício e com o objetivo de reeducar e reabilitar a musculatura do períneo, através da sua contração, relaxamento e alongamento. 
Inicialmente é realizada uma avaliação específica e detalhada da condição clinica do paciente. O protocolo é constituído por 14 sessões individuais (dependendo da condição clínica), divididas em 3 fases: a de ensino/consciência corporal, a de agilidade/coordenação muscular e por fim a de hipertrofia muscular.

INTERVENÇÃO RPAP
Para a sua aplicação, é utilizado um aparelho de eletroestimulação e biofeedback, através de uma sonda intracavitária. Esta metodologia permite uma avaliação objetiva contínua do desempenho do paciente e da sua evolução. Adicionalmente, podem ser utilizadas outras técnicas, ativas e/ou passivas, como:

Através destas técnicas, procuramos promover um aumento da qualidade de vida dos pacientes, tendo estes um papel ativo e de responsabilidade na evolução do seu quadro clínico. 


REABILITAÇÃO VESTIBULAR

 

De forma global o objetivo deste método visa a adaptação da interação visual-vestibular (estabilização do olhar) usando movimentos repetitivos da cabeça e/ou dos olhos, que contribuem para reduzir o erro e restaurar o ganho do reflexo vestíbulo-ocular.

 

Podem ser utilizadas técnicas de intervenção para lesões vestibulares periféricas  (sobretudo unilaterais, como as nevrites vestibulares e as labirintites), défices vestibulares bilaterais, défices multissensoriais  no idoso, síndromes vestibulares centrais, vertigens psicogénicas, vertigens posicionais  (vertigem paroxística posicional benigna e vertigens posicionais centrais) e vertigens visuais.

 

Existem manobras específicas de reposicionamento na reabilitação vestibular como as manobras de reposicionamento canalitísiase ou Epley, Semont e Liberatory, com o objetivo de reposicionar os cristais e que podem posteriormente ser complementadas com exercícios de óculo-motricidade, vestíbulo-oculares, vestíbulo medulares e propriocetivos.

Habitualmente são realizadas sessões 2 a 3 vezes por semana, dependendo da fase de intervenção e englobando tanto as terapias manuais quanto as manobras de reposição vestibular.