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Viva este mês de novembro em tons de azul, a cor da prevenção do cancro da próstata.

O cancro da próstata é o cancro mais comum dos homens idosos, ao nível da Europa e a sua maioria desenvolve-se lentamente, muitas vezes não causando sintomas.
 

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BRAQUITERAPIA PROSTÁTICA

A braquiterapia prostática é também conhecida por radioterapia intersticial ou interna, consistindo na colocação de sementes de radioisótopos na próstata, por via perineal.
É uma modalidade cirúrgica minimamente invasiva, de realização simples e única, que permite a alta em 24Horas e a possibilidade de retornar quase de forma imediata à vida normal, ao contrário da cirurgia radical ou a radioterapia externa.
O procedimento não requer incisão cirúrgica nem transfusão sanguínea e como as sementes são alojadas unicamente na próstata, são poupados os tecidos adjacentes (uretra, bexiga e uretra).
O tratamento do cancro da próstata com braquiterapia tem revelado elevadas taxas de sucesso curativo, além da grande vantagem de ser utilizada numa só sessão.
Paralelamente e, de forma igualmente vantajosamente relativamente a outras abordagens, as complicações associadas são baixas (menos de 10% para algum tipo de impotência sexual ou incontinência sexual).

QUAIS OS HOMENS QUE APRESENTAM MAIOR RISCO PARA DESENVOLVER CANCRO DA PRÓSTATA?

O cancro da próstata é o cancro mais comum dos homens idosos, ao nível da Europa e a sua maioria desenvolve-se lentamente, muitas vezes não causando sintomas.
Todos os anos surgem quase 6.000 novos casos em Portugal e em termos de mortalidade este cancro atinge anualmente mais de 1.800 homens.
Todos os homens com mais de 50 anos devem realizar o rastreio.
No caso de grupos de risco, como homens de raça negra e/ou homens com familiares de 1º grau (irmãos ou pais) que sofreram de cancro, o rastreio deve ser realizado a partir dos 40 anos, pois nestas circunstâncias a probabilidade aumenta três vezes mais.
A possibilidade de vir a desenvolver cancro da próstata aumenta exponencialmente com a idade, sendo que na maioria dos casos isso ocorre acima dos 65 anos.

O RASTREIO DO CANCRO DA PRÓSTATA

O rastreio é realizado através do teste PSA e do toque retal.
A análise clínica para detetar o antigénio específico da próstata (PSA) é realizado a partir de uma análise ao sangue.
Um valor elevado de PSA é geralmente causado por Hipertrofia Benigna da Próstata ou prostatite (inflamação da próstata), no entanto pode estar também associado ao cancro prostático. Por essa razão, na presença de uma PSA elevada, deve ser realizado também o toque retal, cuja palpação da próstata permitirá detetar irregularidades, zonas duras ou granulosas (possíveis nódulos).
Se isso ocorrer, seguir-se-á a realização de uma biópsia prostática transretal: através do reto, com uma agulha, recolhe-se uma amostra da próstata para ser analisada. Paralelamente, o recurso a outros exames de diagnóstico é também comum: ecografia, TAC, Ressonância Magnética ou mesmo cintigrafia óssea.

4 de Novembro de 2020