Podem ser utilizadas técnicas de intervenção para lesões vestibulares periféricas (sobretudo unilaterais, como as nevrites vestibulares e as labirintites), défices vestibulares bilaterais, défices multissensoriais no idoso, síndromes vestibulares centrais, vertigens psicogénicas, vertigens posicionais (vertigem paroxística posicional benigna e vertigens posicionais centrais) e vertigens visuais.
Existem manobras específicas de reposicionamento na reabilitação vestibular como as manobras de reposicionamento canalitísiase ou Epley, Semont e Liberatory, com o objetivo de reposicionar os cristais e que podem posteriormente ser complementadas com exercícios de óculo-motricidade, vestíbulo-oculares, vestíbulo medulares e propriocetivos.
Habitualmente são realizadas sessões 2 a 3 vezes por semana, dependendo da fase de intervenção e englobando tanto as terapias manuais quanto as manobras de reposição vestibular.