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Atendimento Permanente

OMS adverte para o uso adequado de máscara

(Fonte: OMS, 2020)

A utilização de máscara tem critérios e cumprimentos bem definidos. O recurso à sua utilização deve ser gerido de forma racional e os requisitos de higiene respeitados integralmente.

Caso contrário, não será uma ajuda, poderá tornar-se um risco, adverte a OMS.

 

 

 

Quando deve usar uma máscara cirúrgica

 

  • Se é uma pessoa saudável, só deve utilizar máscara se estiver a cuidar de alguém com suspeita de infeção por COVID-19.
  • Deve utilizar máscara se estiver com sintomas de infeção respiratória como febre, tosse ou espirros.
  • Deve utilizar máscara se tiver suspeita de infeção por COVID-19, mesmo sem sintomas.
  • As máscaras são eficazes somente se higienizarmos as mãos frequentemente com água e sabão ou com solução à base de álcool.
  • Se utilizar máscara, deve saber como a colocar e descartar adequadamente.

 

 

Como deve utilizar uma máscara cirúrgica 

 

  • Antes de colocar a máscara, higienize as mãos com água e sabão ou com solução à base de álcool.
  • Cubra a boca e o nariz com a máscara e verifique que não existem espaços entre o rosto e a máscara, sobretudo ao nível do queixo.
  • A zona externa da máscara é considerada contaminada. Sempre que durante a sua utilização tocar nessa zona, higienize de imediato as mãos.
  • Deve substituir a máscara assim que estiver húmida; as máscaras de uso único não são para reutilizar.
  • Para remover a máscara utilize as tiras de suporte ou elásticos; descarte-a imediatamente num recipiente adequado e higienize as mãos com água e sabão ou solução à base de álcool. Nunca retire a máscara tocando-a de frente.
  • NUNCA USAR A MÁSCARA PENDURADA NO PESCOÇO. NUNCA A PUXAR PARA FALAR. NUNCA A POUSAR EM MESAS OU BANCADAS.

 


Planear a despensa alimentar em tempo de isolamento social

(Fonte: DGS, 2020)

O isolamento preventivo ou profilático exige um maior planeamento na aquisição de bens alimentares, uma vez que as idas ao supermercado devem ser restringidas.

 

Dessa forma, todos devemos seguir duas recomendações: assegurar que estão supridas as necessidades em termos de equilíbrio alimentar e efetuar compras responsáveis, ou seja, nas quantidades adequadas e sem exageros, por forma a não provocar rotura de stocks nos supermercados.

 

Outros conselhos incluem:

  • Elaborar uma lista de compras, devendo antes verificar o que tem e pensar no que necessita, em função das refeições que planeia realizar;
  • Optar por alimentos de maior durabilidade;
  • Escolher alimentos de elevado valor nutricional ao invés de alimentos com elevada densidade energética;
  • Não esquecer a compra de produtos frescos – hortícolas e frutas – em quantidade adequada e de maior durabilidade;
  • Os hortícolas com maior durabilidade incluem: cenoura, cebola, courgette, abóbora, brócolos, couve-flor, feijão verde. Considerar a aquisição de produtos hortícolas congela­dos (mediante da capacidade do congelador);
  • A fruta com maior durabilidade são a maçã, a pera, a laranja e a tangerina;
  • Por fim, respeitar os comportamentos de minimização de contágio: manusear exclusivamente os produtos que vai comprar; cumprir a distância de segurança (no mínimo 1 metro); não tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos; higienizar adequadamente as mãos antes e depois da ida às compras, adotar as medidas de etiqueta respiratória (não usar as mãos ao tossir ou espirrar, usar um lenço de papel ou o antebraço).

 

O kit alimentar para 14 dias deverá incluir os seguintes alimentos e quantidades:

1. CEREAIS E DERIVADOS, TUBÉRCULOS
1.1 Alimentos para refeição do pequeno-almoço e merendas

ALIMENTOS QUANTIDADE POR PESSOA PARA 14 DIAS*
 
Cereais de pequeno-almoço (cereais do tipo Cornflakes, muesli ou aveia) (apenas cereais) OU 1Kg
Cereais de pequeno-almoço (cereais do tipo Cornflakes, muesli ou aveia) + bolacha Maria/água e sal + Tostas 500g + 300g + 200g                                                    

OU
 

Pão + cereais de pequeno-almoço (cereais do tipo Cornflakes, muesli ou aveia) 700g + 500g                                        

 

1.2 Alimentos para refeições principais

Arroz, massa ou batata 3Kg         


2. HORTÍCOLAS

Hortícolas (legumes, hortaliças...)                                    2,5Kg                               


3. FRUTA

Fruta                                      3Kg               

4. LACTICÍNIOS

ALIMENTOS QUANTIDADE POR PESSOA PARA 14 DIAS*
 
Leite + Queijo (ex.: queijo tipo flamengo)                                                                   
OU
5L + 600g
Leite + Queijo (ex.: queijo tipo flamengo) + Iogurtes 3L + 600g + 14 iogurtes    

 

5. CARNE, PESCADO E OVOS

Carne, pescado e ovos                                                                                                                                                                                                                                                                                                                     3kg (meia dúzia de ovos + 700g (ou 6 latas conservas de pescado + 2kg de carne ou pescado (congelado/fresco)

 

6. LEGUMINOSAS

Leguminosas (feijão, grão, ervilhas, lentilhas)                                                                                                                                1kg (leguminosas em conserva) ou 350g (leguminosas secas)

 

7. GORDURAS E ÓLEOS

Azeite                   350 ml

 

8. OUTROS ALIMENTOS

Café, tomate pelado, frutos oleaginosos, compota Não aplicável                

* Necessidades nutricionais médias diárias estimadas para a população portuguesa: 2000 kcal, 20% proteína, 50% hidratos de carbono e 30% lípidos. Ajustar as quantidades de acordo com o agregado familiar.


Recomendações Gerais - COVID-19

PREVINA O CONTÁGIO PELO NOVO CORONAVÍRUS – COVID-19

Lembre-se que se estiver com sintomas respiratórios – tosse, febre ou dificuldade respiratória – deve ligar para a linha SNS24 Continente: 808 24 24 24 ou
SRS24 Madeira: 808 24 24 20.  Não vá diretamente ao seu médico, nem às urgências.

Se regressou de viagem nos últimos 14 dias ou contactou com alguém possivelmente infetado, deve proteger-se e colocar-se em quarentena.

Se surgirem sintomas, deve permanecer em casa e contactar a linha SNS24 Continente: 808 24 24 24 ou SRS24 Madeira: 808 24 24 20

Como ainda não há vacina para prevenir a COVID-19, a única forma é evitar a exposição ao vírus.

Cumpra e não quebre esta cadeia de prevenção da infeção:

  • Tape a boca e o nariz quando espirrar ou tossir com um lenço e de seguida coloque-o no lixo. Se não for possível, tape a boca com a prega do cotovelo
  • Lave frequentemente as mãos com água e sabão durante pelo menos 20 segundos ou com uma solução alcoólica a 60%
  • Evite tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos
  • Evite o contacto próximo com pessoas doentes
  • Se se sentir doente, fique em casa

CONHEÇA A DIFERENÇA ENTRE QUARENTENA E ISOLAMENTO

A quarentena e o isolamento são ambas medidas de afastamento social, que protegem os indivíduos e as populações de uma epidemia.


Quarentena 

A quarentena é utilizada em indivíduos que se supõe serem saudáveis, mas que possam ter contactado com um doente confirmadamente infetado. Em caso de quarentena esteja atento aos sintomas. Deve registá-los, nomeadamente medindo a temperatura duas vezes ao dia.

As regras de prevenção mantêm-se: além do afastamento social, cumprir a etiqueta respiratória e a lavagem frequente das mãos.


Isolamento 

O isolamento é a medida utilizada para indivíduos doentes, para que através desse isolamento não contagiem outras pessoas. Veja como se deve comportar um doente em isolamento no domicílio, bem com os restantes membros da casa partilhada. (link)

Tanto para a quarentena quanto para o isolamento, o indivíduo deve cumprir escrupulosamente o tempo que lhe foi indicado, mesmo que não tenha sintomas.



Medidas de isolamento domiciliário
 

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Evite levar o vírus para casa!
 

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COMO SURGEM OS NOVOS VÍRUS?

A saúde humana, a saúde animal e o estado dos ecossistemas estão intimamente ligados.

Sabemos atualmente que 70-80% das doenças infeciosas emergentes e mesmo as reemergentes são de origem zoonótica. Ou seja, podem ser transmitidas entre animais e humanos.

O crescimento populacional, as alterações climáticas, o aumento das comunidades urbanas, a banalização das viagens e as sucessivas migrações internacionais, aumentam o risco do aparecimento e a disseminação de agentes patogénicos respiratórios.

 

O novo coronavírus COVID-19 é o exemplo de um vírus emergente, pertencente a uma extensa família de vírus.

Os coronavírus provocam doenças de variada gravidade; doenças que vão de uma simples gripe, a condições mais graves, como a Síndrome Respiratória do Médio Oriente (MERS), ocorrida em 2012, ou a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) de 2002.