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Gastrenterologia

Gastrenterologia


 

 

A Gastroenterologia é a especialidade dedicada ao estudo do funcionamento e das doenças de todo o sistema digestivo, abrangendo por isso o esófago, estômago, intestino delgado, cólon e reto, ânus, pâncreas, vesícula biliar, ductos biliares e fígado.

As Unidades de Gastrenterologia do Grupo HPA Saúde contam com equipas clínicas diferenciadas, com experiência em todas as áreas do sistema digestivo, assegurando uma abordagem global e rigorosa na avaliação das patologias gastrointestinais. A sua atuação pauta-se por elevados padrões de segurança clínica, acessibilidade aos cuidados de saúde e respeito pela privacidade do doente, garantindo um ambiente de confiança em todas as etapas do cuidado.

 

especialidade disponível nas unidades


 

Desde o diagnóstico até ao tratamento, o doente é acompanhado de forma contínua e integrada por uma equipa multidisciplinar, que atua de forma articulada em todas as fases do processo clínico. As unidades realizam procedimentos de rotina e procedimentos urgentes, assegurando uma resposta eficaz, atempada e adequada às diferentes necessidades clínicas.

A Gastrenterologia é uma especialidade orientada para a inovação, integrando técnicas avançadas e abordagens progressivamente mais seguras, eficazes e minimamente invasivas. A nossa prática clínica privilegia uma atuação preventiva, focada na antecipação das necessidades e na resposta adequada às preocupações de cada doente, promovendo cuidados de saúde de excelência e centrados na pessoa.

O Grupo HPA Saúde dispõe ainda de tecnologia de imagem de alta resolução e de sistemas de inteligência artificial, que permitem a deteção precoce de lesões do tubo digestivo, aumentando a precisão e a eficácia do diagnóstico. Dispõe igualmente de técnicas endoscópicas avançadas, como a dissecção endoscópica e a miotomia endoscópica peroral (POEM), que possibilitam o tratamento de tumores e outras patologias do aparelho digestivo, evitando abordagens mais invasivas, nomeadamente a cirurgia convencional, e promovendo uma recuperação mais segura e célere para o paciente. 

 

 

Principais patologias

 

Acalásia

Acalásia

A acalásia é uma doença rara do esófago, caracterizada pela dificuldade na passagem dos alimentos do esófago para o estômago. Resulta de uma alteração dos movimentos normais do esófago e do mau relaxamento do esfíncter esofágico inferior, que permanece excessivamente contraído.

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Cirrose

Cirrose

A Cirrose é uma doença crónica do fígado caracterizada pelo desenvolvimento de cicatrizes (fibrose) que comprometem a função hepática. À medida que a fibrose progride, o fígado perde a capacidade de processar nutrientes, produzir proteínas e bílis, desempenhando um papel essencial na digestão. 

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Colite Ulcerosa

Colite Ulcerosa

A colite ulcerosa, também designada colite ulcerativa ou retocolite ulcerativa, é uma doença inflamatória crónica do intestino grosso, caracterizada por inflamação contínua da mucosa do cólon e do reto, podendo originar úlceras. Manifesta-se sobretudo por sintomas gastrointestinais, como diarreia, hemorragia retal e dor abdominal, e integra o grupo das doenças inflamatórias do intestino, tal como a Doença de Crohn.

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Condilomas Anais e Perianais

Condilomas Anais e Perianais

Os Condilomas Anais e Perianais são lesões verrugosas, na maioria das vezes causadas pela infeção pelo Vírus do Papiloma Humano (HPV). Estas lesões podem surgir no interior do ânus ou ao redor dele, provocando desconforto físico e estético. É transmitido essencialmente por via sexual.

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Diverticulose do Cólon

Diverticulose do Cólon

É uma doença caracterizada pela presença de pequenas bolsas na mucosa do intestino grosso, denominadas divertículos. Trata-se de uma condição mais frequente em países industrializados, onde a dieta típica apresenta baixo teor de fibras vegetais.  As fibras, presentes em frutas, vegetais, sementes e cereais, não são digeríveis pelo trato gastrointestinal, mas desempenham um papel essencial na formação de um bolo fecal mais macio, facilitando a eliminação e prevenindo a obstipação.

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Doença Celíaca

Doença Celíaca

A Doença Celíaca é uma patologia autoimune desencadeada pelo consumo de glúten, proteína presente em alimentos como pão, bolachas, massas e certos cereais. Quando pessoas geneticamente predispostas a serem intolerantes, ingerem glúten, o sistema imunitário reage, causando inflamação e atrofia das vilosidades do intestino delgado, o que prejudica a absorção de nutrientes, vitaminas, sais minerais e água. Essa má absorção pode levar a problemas de perda da densidade óssea, infertilidade, fadiga, doenças neurológicas e até certos tipos de cancro.

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Doença de Crohn

Doença de Crohn

A Doença Inflamatória do Intestino (DII) é uma patologia crónica do sistema digestivo caracterizada por inflamação persistente do intestino, podendo provocar vermelhidão, inchaço e formação de úlceras. Engloba principalmente duas entidades: a colite ulcerosa e a doença de Crohn, existindo ainda a colite indeterminada quando não é possível distinguir claramente entre ambas. 

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Doença Inflamatória do Intestino

Doença Inflamatória do Intestino

A Doença Inflamatória do Intestino (DII) é uma patologia crónica do sistema digestivo caracterizada por inflamação persistente do intestino, podendo provocar vermelhidão, inchaço e formação de úlceras. Engloba principalmente duas entidades: a colite ulcerosa e a doença de Crohn, existindo ainda a colite indeterminada quando não é possível distinguir claramente entre ambas. 

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Esofagite

Esofagite

A esofagite é a inflamação do esófago, o tubo que liga a garganta ao estômago. Pode causar dor, dificuldade em engolir, sensação de refluxo ou dores no peito. A inflamação surge quando o sistema imunitário reage a infeções, alergias, lesões ou a substâncias erosivas, como o ácido gástrico ou certos medicamentos. O refluxo ácido crónico é uma das causas mais frequentes, mas existem outros tipos menos comuns.

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Fibromas Anais

Fibromas Anais

Os Fibromas Anais são formações de tecido fibroso benigno que geralmente se desenvolvem na região anal. Estão frequentemente associados a processos inflamatórios ou a doenças proctológicas crónicas. Na maioria dos casos, os fibromas anais são assintomáticos e não causam problemas.

No entanto, podem provocar dor, desconforto, inflamação local ou dificultar a higiene pessoal. Nestes casos, a remoção pode ser indicada. O procedimento é normalmente minimamente invasivo e realizado no contexto de uma Consulta de Proctologia, permitindo aliviar sintomas e prevenir complicações.

 

Fígado Gordo (Esteatose)

Fígado Gordo (Esteatose) 

O fígado gordo, ou esteatose hepática, é uma condição em que há acumulação de gordura nas células do fígado. Este órgão é essencial para a digestão, metabolização de nutrientes, remoção de substâncias prejudiciais e regulação da coagulação do sangue. Quando a gordura excede 5% a 10% da massa do fígado, pode surgir a doença. Em Portugal, cerca de 15% dos adultos são afetados, e globalmente a prevalência chega a 20% a 30%, com maior incidência em homens adultos e mulheres pós-menopáusicas.

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Fístula Anal

Fístula Anal

A Fístula Anal é um trajeto anormal que se forma entre o canal anal e a superfície da pele, geralmente na região perianal. Pode ser simples, com um único trajeto, ou complexa, apresentando múltiplos trajetos secundários. A fístula não cicatriza espontaneamente e normalmente requer intervenção médica ou cirúrgica. É mais comum em homens adultos por volta dos 40 anos, enquanto nas crianças tende a ser congénita.
 

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Fissura Anal

Fissura Anal

A Fissura Anal é um pequeno corte na mucosa que reveste o ânus. Geralmente localiza-se na linha média posterior, mas nas mulheres pode ocorrer na linha média anterior devido a diferenças anatómicas. Pode ocorrer em qualquer idade e afetar igualmente homens e mulheres. As fissuras podem ser agudas, quando surgem subitamente, ou crónicas, quando persistem ou se repetem ao longo do tempo.

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Gastrite

Gastrite

A gastrite é o termo utilizado para descrever a inflamação da mucosa do estômago. Trata-se de uma condição frequente, que pode apresentar diferentes causas, formas de evolução e graus de gravidade.

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Hemorroidas

Hemorroidas

As Hemorroidas são pequenas dilatações das veias localizadas na parte inferior do reto e no ânus. Podem ser internas, desenvolvendo-se dentro do ânus, ou externas, localizando-se na pele à volta do ânus. Em alguns casos, ambos os tipos podem coexistir.

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Hepatite

Hepatite

A hepatite consiste na inflamação das células do fígado, órgão essencial para a digestão, metabolismo e desintoxicação do organismo. Pode ter várias causas, incluindo vírus (A, B, C, D e E), alterações do sistema imunitário (hepatite autoimune), consumo de álcool ou fármacos (hepatite tóxica) e acumulação de gordura no fígado (esteato-hepatite). 

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Infeção pela Helicobacter pylori

Infeção pela Helicobacter pylori

A infeção por Helicobacter pylori (H. pylori) ocorre quando estas bactérias colonizam o estômago, geralmente durante a infância. Esta infeção é bastante comum, afetando cerca de dois terços da população mundial. Na maioria dos casos, a presença da bactéria não provoca sintomas, mas pode levar ao desenvolvimento de úlceras pépticas, que são feridas ou hemorragias no revestimento do estômago (úlcera gástrica) ou na primeira porção do intestino delgado (úlcera duodenal).

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Litíase da Vesícula Biliar

Litíase da Vesícula Biliar

A Litíase da Vesícula Biliar consiste na presença de cálculos (ou “pedras”) na vesícula, um pequeno órgão localizado sob o fígado que armazena a bílis. Após as refeições, a vesícula contrai-se e envia a bílis para o intestino delgado, ajudando na digestão das gorduras.

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Obstipação

Obstipação 

A obstipação intestinal, vulgarmente designada por prisão de ventre, intestino preso ou “preguiçoso”, é uma condição frequente que pode afetar pessoas de todas as idades. O seu significado pode variar de pessoa para pessoa, mas, de forma geral, caracteriza-se por dejeções pouco frequentes (menos de três por semana), dificuldade na evacuação, fezes duras ou sensação de esvaziamento incompleto do intestino.

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Litíase da Vesícula Biliar

Pancreatite

A pancreatite é a inflamação do pâncreas, órgão que produz enzimas digestivas (pâncreas exócrino) e hormonas como a insulina (pâncreas endócrino), essencial no metabolismo dos açúcares. Pode ocorrer de forma aguda ou crónica, apresentando sintomas e evolução diferentes.

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Pólipos Intestinais

Pólipos Intestinais

Os Pólipos Intestinais são lesões que se projetam da parede interna do intestino para o seu lúmen, sendo mais frequentes no cólon e no reto, embora possam ocorrer em qualquer segmento do tubo digestivo, como intestino delgado, estômago e esófago. Estas lesões podem variar em número, dimensão, forma e tipo histológico. A maioria dos pólipos é isolada, mas algumas pessoas desenvolvem múltiplos pólipos, especialmente em doenças hereditárias denominadas poliposes intestinais.

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Refluxo Gastroesofágico

Refluxo Gastroesofágico

O Refluxo Gastroesofágico é uma doença do sistema digestivo que ocorre quando o conteúdo ácido do estômago sobe para o esófago, causando sintomas como azia, sensação de enfartamento e arrotos frequentes. Este problema, frequentemente associado à obesidade e ao tabagismo, afeta cerca de 15 a 20% da população. A principal causa é a disfunção do esfíncter esofágico inferior, a válvula que impede o retorno do conteúdo gástrico, podendo também ser agravado por fatores como pressão intra-abdominal elevada, hábitos alimentares inadequados, consumo de tabaco e gravidez.

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Síndrome do Intestino Irritável

Síndrome do Intestino Irritável 

A Síndrome do Intestino Irritável (SII) é uma doença funcional do trato digestivo que se caracteriza por um conjunto de sintomas recorrentes, afetando a qualidade de vida de quem a apresenta. A SII pode ser também conhecida como colite, cólon nervoso, cólon espástico ou intestino espástico.

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Úlcera no estômago

Úlcera no estômago

A Úlcera no estômago, também chamada úlcera gástrica, é uma ferida que se forma na mucosa que reveste o estômago e, em alguns casos, pode evoluir para rutura ou hemorragia. Estas lesões surgem quando a camada protetora de muco do estômago diminui, permitindo que os ácidos digestivos danifiquem os tecidos. As úlceras podem ser assintomáticas nos estágios iniciais, mas quando não tratadas podem causar dor intensa no abdómen, desconforto e complicações graves. O termo úlcera péptica engloba tanto as úlceras gástricas como as que ocorrem na primeira porção do intestino delgado, o duodeno.

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Principais exames de diagnóstico 

 

Anuscopia

A Anuscopia é um exame que permite avaliar diretamente o ânus, o canal anal e a ampola retal. É realizado com um anuscópio e o médico pode observar inflamações, hemorroidas, fissuras, fístulas, abscessos, prolapsos ou lesões suspeitas, e, se necessário, recolher pequenas amostras de tecido (biópsias).

O exame é geralmente bem tolerado, com uma leve sensação de pressão ou necessidade de defecar, e raramente provoca complicações, podendo, em casos isolados, causar hemorragia leve. Na maioria das situações, não é necessária preparação prévia, embora em alguns casos possa ser recomendado um enema (clister) de limpeza.

 

Colangiopancreatografia Retrógada Endoscópica (CPRE)

A CPRE é um exame endoscópico avançado usado para tratar problemas das vias biliares e do pâncreas, como obstruções causadas por pedras, tumores ou inflamações. Os sintomas que indicam a necessidade do exame incluem dor abdominal, icterícia, febre, comichão ou episódios de pancreatite.

O procedimento é feito sob sedação profunda ou anestesia geral, com endoscópio inserido pela boca até ao duodeno, permitindo injetar contraste, observar os canais e realizar tratamentos como remoção de cálculos, colocação de próteses, cortes controlados (esfincterotomia) e biópsias.

Na essência permite abordar as vias biliares e pâncreas evitando cirurgia em diversos casos.

Antes do exame, o doente deve realizar análises, ECG se necessário, e informar o médico sobre medicação como anticoagulantes ou pacemaker.

Após o exame, o paciente é acompanhado até despertar da sedação e, na maioria dos casos, permanece internado por pelo menos 24 horas. O exame é sempre precedido de consulta médica com o gastrenterologista, que avalia, explica e acompanha todo o procedimento.

 

Colonoscopia

A Colonoscopia, também chamada de endoscopia digestiva baixa, é um exame que permite observar todo o intestino grosso (cólon e reto) e, em alguns casos, parte do intestino delgado. É realizada por um gastrenterologista com um tubo fino e flexível chamado colonoscópio, que transmite imagens para um monitor. O exame identifica inflamações, tumores, pólipos, hemorragias ou outras alterações intestinais e pode ser usado para rastreio de cancro do cólon e reto.

O exame pode incluir biópsias ou pequenas intervenções terapêuticas, como remoção de pólipos ou tratamento de hemorragias. Pode ser feito com sedação ou sem anestesia, dependendo da situação e da tolerância do doente. A preparação intestinal é essencial e consiste em dieta especial e ingestão de soluções laxantes para limpar o intestino.

Após a colonoscopia, é normal sentir algum desconforto abdominal ou distensão devido ao ar introduzido. Complicações são raras, mas podem incluir perfurações intestinais, hemorragias ou reações a anestesia, sendo importante informar o médico se surgirem sintomas como dor intensa, febre, sangramento ou dificuldade em respirar.

 


Eco Endoscopia Digestiva

A eco endoscopia digestiva é um exame que associa a endoscopia à ecografia, permitindo observar com grande detalhe a parede do tubo digestivo e estruturas próximas, como o pâncreas e as vias biliares. É realizada por um gastrenterologista com um tubo fino e flexível (eco endoscópio), introduzido pela boca ou pelo ânus, conforme a área a estudar.

O exame permite avaliar lesões, tumores e outras alterações do sistema digestivo, bem como realizar biópsias de forma precisa. A duração é variável, geralmente entre 15 e 60 minutos. A eco endoscopia digestiva alta é habitualmente realizada com sedação, enquanto a baixa pode ser feita sem anestesia.

Após o exame, é normal sentir algum desconforto abdominal ou gases, mas a recuperação é rápida e o doente pode regressar a casa no próprio dia.

 

Elastografia Hepática Transitória (Fibroscan)

A Elastografia Hepática Transitória, também chamada Fibroscan, é um exame rápido, indolor e não invasivo que avalia a rigidez do fígado e a presença de gordura (esteatose). É usada para detetar fibrose hepática, que pode ser causada por alcoolismo, hepatites, obesidade, síndrome metabólica ou doenças autoimunes, ajudando a prever risco de cirrose ou complicações hepáticas graves.

O exame utiliza ondas sonoras que atravessam o fígado, medindo a elasticidade do tecido. O paciente deita-se de costas, com o braço direito levantado, e um gel é aplicado na pele para facilitar o contacto da sonda. O procedimento demora cerca de 10 minutos e permite retomar as atividades habituais imediatamente.

Os resultados indicam se o fígado está normal, com gordura (esteatose), com fibrose ou cirrose, sendo expressos em kPa (rigidez) e CAP (grau de gordura). O Fibroscan é indicado para pessoas com suspeita de doenças hepáticas, acompanhamento de tratamentos ou avaliação de risco de complicações, mas tem limitações em obesos, pessoas com ascite, grávidas ou portadores de certos dispositivos cardíacos.

 

Endoscopia Digestiva Alta

A Endoscopia Digestiva Alta (EDA) é um exame que permite observar o esófago, estômago e duodeno, utilizando um tubo fino e flexível chamado endoscópio, que transmite imagens para um monitor. É realizada por um gastrenterologista para investigar sintomas como dor abdominal, azia, vómitos ou dificuldade em engolir, e também para diagnosticar hemorragias, úlceras, inflamações ou tumores.

O exame pode incluir biópsias para análise laboratorial ou pequenas intervenções, como remoção de pólipos e tratamento de hemorragias. Pode ser feito com anestesia local ou sedação, garantindo conforto ao paciente. Antes do exame, o estômago deve estar vazio e é importante informar o médico sobre medicação, alergias ou problemas de saúde.

Após a EDA, é normal sentir ligeiro desconforto na garganta ou sensação de enfartamento. Complicações são raras, mas podem incluir hemorragias ou reações à anestesia, sendo fundamental avisar o médico se surgirem sintomas como dor intensa, febre ou dificuldade em engolir.

 


Enteroscopia por Vídeocápsula Endoscópica

A Enteroscopia por Vídeocápsula Endoscópica é um exame de diagnóstico seguro, não invasivo e indolor que permite visualizar todo o intestino delgado. É realizada através da ingestão de uma cápsula com câmara e luz própria, que regista imagens enquanto se desloca pelo tubo digestivo, propulsionada pelos movimentos naturais do intestino. As imagens são captadas por sensores presos ao corpo e posteriormente analisadas pelo médico. A cápsula é eliminada naturalmente nas fezes em 24 a 72 horas.

É indicada para investigar anemia crónica, dores abdominais persistentes, hemorragia digestiva de causa desconhecida, suspeita de doença de Crohn, úlceras, neoplasias ou polipose intestinal, bem como para esclarecer dúvidas surgidas em outros exames. O exame dura cerca de 8 horas e não permite realizar biópsias nem procedimentos terapêuticos durante esse tempo.

Embora seja muito seguro, o principal risco é a retenção da cápsula no intestino, que em casos raros pode exigir raio-X ou intervenção cirúrgica. É importante informar o médico sobre alergias, doenças pré-existentes e medicação em uso antes do exame.

 

Manometria

A Manometria é um exame indolor e pouco invasivo que avalia o funcionamento do esófago, medindo a atividade dos músculos responsáveis por transportar alimentos da boca até ao estômago. É realizado com a introdução de uma sonda fina com sensores de pressão através das narinas, permitindo detetar movimentos e pressões ao longo do esófago. O exame dura cerca de 20 a 30 minutos.

É indicado para investigar dificuldade em engolir, dor torácica não cardíaca, azia persistente ou refluxo resistente a tratamento, bem como para avaliar pacientes antes de cirurgias esofágicas ou gástricas. Também ajuda a diagnosticar espasmos esofágicos e outras disfunções motoras do esófago.

Antes do exame, o estômago deve estar vazio, evitando-se alimentos e líquidos nas últimas 6 horas. O exame é geralmente bem tolerado, podendo causar apenas leve desconforto na garganta, que desaparece em poucas horas. Após a Manometria, as atividades normais e a alimentação podem ser retomadas imediatamente, salvo indicação médica em contrário.

 

Retossigmoidoscopia

A Retossigmoidoscopia, também chamada de sigmoidoscopia flexível, é um exame que permite observar os últimos 30 a 40 cm do intestino grosso, incluindo reto e cólon sigmoide. É realizada por um gastrenterologista com um tubo fino e flexível (sigmoidoscópio) que transmite imagens para um monitor. Durante o exame, podem ser retiradas pequenas amostras de tecido (biópsias) para análise.

O exame é indicado para investigar sangramentos, dor abdominal, alterações nos hábitos intestinais, diarreia crónica ou suspeita de doenças intestinais como pólipos, colite ulcerosa, doença de Crohn ou hemorroidas. A preparação envolve esvaziar o intestino com enemas ou laxantes, e o exame é geralmente rápido (cerca de 10 minutos) e bem tolerado, com menos desconforto e riscos do que a colonoscopia.

Após o exame, é normal sentir gases, cólicas ou algum desconforto abdominal, mas o paciente pode retomar a dieta e atividades habituais imediatamente.

 



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